VIP deixam de ter luxos. »
Os
sócios lisboetas, mais entendidos em política interna, já andavam por aí a
ameaçar com o fim da "era do croquete". Nessa altura eu já sofria de alguma ansiedade, mesmo sem nunca
ter merecido tal benesse. Isto porque sonhava secretamente com esses antros e com
esses gloriosos dias para, pelo menos, poder empalar um ou outro “alto” dirigente com os palitos dos ditos croquetes.
Afinal, parece que uns andares acima, o repasto era outro. Agora tremo de todo: anos e anos de “camarão e champanhe”. Isso, se dentro dos prazos de validade previstos pela ASAE e com marcas de mínima qualidade, mesmo não sendo fruto proibido, acaba por ser merenda cara. Apesar de tudo, o mais grave para mim é imaginar a situação de ao intervalo, perante os resultados, abrir o champanhe, só pode ser anedota ou masoquismo...não é de certeza sportinguismo.
Fica no entanto a dúvida: acaba....mas
só ao intervalo? No final e durante os jogos ainda se pode merendar
qualquer coisita? Tipo «pão, queijo e paio, algo bem mais económico».
Ainda continuamos presos ao “panem e circenses”?
Afinal, parece que uns andares acima, o repasto era outro. Agora tremo de todo: anos e anos de “camarão e champanhe”. Isso, se dentro dos prazos de validade previstos pela ASAE e com marcas de mínima qualidade, mesmo não sendo fruto proibido, acaba por ser merenda cara. Apesar de tudo, o mais grave para mim é imaginar a situação de ao intervalo, perante os resultados, abrir o champanhe, só pode ser anedota ou masoquismo...não é de certeza sportinguismo.







