Só vi a primeira parte do jogo contra o Moreirense, mas vi que chegasse [e sobrasse]. O Moreirense parecia o Barcelona: nessa [primeira] parte dispôs de três oportunidades flagrantes de golo e marcou numa delas.
Às 21.30 h tinha de estar no Porto Canal para debater o tema da desertificação, do despovoamento do interior do país. Debati esse tema a partir de um documentário sobre Castro Laboreiro, no concelho de Melgaço. Os idosos de Castro Laboreiro conhecem as palavras que, hoje, todos os dias nos gritam: emigração, sofrimento, dignidade, solidão, pobreza.
Esta época, ver os jogos do Sporting parecia uma forma de nos esquecermos dessas palavras que nos afligem. Se nem para isso serve, então, serve para muito pouco ou nada.
Caro Rui
ResponderEliminarainda de regresso ao passado, e a outras épocas, parece-me que para aguentar isto, e mais o que ainda aí vem, será preciso a coragem, a força e a resiliência não só do major Alvega mas também do Kalar, do Ogan, do Sandor, do Oliver, do ENE 3, do Arizona Jim, do Caribú, do Dogfight Dixon, do Jim Canadá, do Texas Kid e do resto da malta da Colecção Falcão e, se calhar, ainda pedir ajuda aos heróis do Mundo de Aventuras e mesmo assim…
Caro A. Trindade,
ResponderEliminarQue saudades dos tempos em que havia heróis, pelo menos para nós. Quando era miúdo, lia banda desnhada às escondidas. Para o meu pai a banda desnhada não era literatura séria.
SL
Por falar em desertificação: "leões esquecidos", reportagem da Sporttv sobre a aldeia mais sportinguista de portugal está a dar neste momento!
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