Para quem clamava que o Sporting
não ganhava a nenhum dos primeiros a vingança serviu-se fria, gelada,
intransigente, como uma vingança deve ser. A derrota com o último, depois da
proeza épica de perder em casa contra uma equipa de fanfarrões e programadores
culturais de intempéries, não deixa margem para erro: O Sporting está de volta
e recomenda-se. Confesso a minha perplexidade relativamente à perplexidade
alheia, agora que o manto, segundo informações próximas de pessoas informadas, aos
poucos, ganha novas tonalidades, conforme se aproxima a hora de outra hora
chegar. Contam-se as espingardas e os cartuchos, afinam-se novos movimentos tectónicos
que obrigam os corpos a moverem-se no sentido dos vencedores, nunca se sabe.
Confesso que o meu maior sonho
não se realizou (ainda?): o Sporting ser recebido no estádio do Dragão com honras
de se equipar nos corredores, com direito a um guarda Abel, nem que fosse o seu
afilhado, um seu sósia, um peluche para acompanhar um Jubas todo nu aos gritos
de Spoooooorting. Ainda tenho esperança. Era bom sinal!
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