sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Jogos, crimes e sobreviventes

Há certos jogos que são como certos crimes: não compensam. Não dão para o gasto, como dizia a minha avó. O jogo contra o Astana foi um destes. A eliminatória ficou decidida no Cazaquistão. A UEFA obriga a que se joguem dois jogos e não há nada a fazer. Tiveram que vir de tão longe os senhores para nada. Não foi bem para nada, foi mais para se fazer um jogo-treino.

Para jogo-treino não se percebe a participação do Bruno Fernandes ou do Bas Dost. A equipa do Sporting parece encontrar-se num daqueles filmes americanos de catástrofes em que um grupo se vai desfazendo, caindo um atrás de outro até ficar o último(a) que sobrevive para contar a história (e que depois casa com a Scarlett Johansson ou com o Robert Pattinson). Neste caso, parece que vai sobreviver o do costume: o Jesus, nem que para isso tenha de ressuscitar ao terceiro dia.

5 comentários:

  1. Insistem em minimizar o Astana que, apesar das suas limitações, já obrigou os galináceos a ajoelhar (2-2), tal como o fez, já esta época, ao Atlético M.
    E, desculpem lá, o remate do 3º golo deles não é de um peco

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Meu caro,

      Não desvalorizo nada o Astana. Valorizo é em especial o campeonato, sobretudo quando é o próprio Jorge Jesus a afirmar que a equipa está a cair aos bocados.

      SL

      Eliminar
  2. Se o jogo corre bem, estávamos aqui todos eufóricos!!! Podíamos ter dado uma meia dúzia e podia ser a consagração de Rafael Leão. Acho que Bruno Fernandes jogou a pedido...quer ir ao Mundial (2 vezes seguidas na equipa da uefa) temos que ser demolidores...e nesse jogo esteve quase.SL

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Meu caro,

      Talvez seja boa a sua justificação. Não encontro outra, sobretudo quando o nosso ataque está circunscrito a ele, ao Gelson Martins e ao Bas Dost.

      SL

      Eliminar