A insustentável leveza de Liedson
Falaremos do Sporting, mais mal do que bem. Falaremos também do Benfica, sempre mal. Falaremos do Porto, conformados.
Quinta-feira, 31 de Maio de 2012
O ridículo mata
Prefiro a segunda; é que o ridículo mata.
Terça-feira, 29 de Maio de 2012
Óbidos parece Alcochete
Domingo, 27 de Maio de 2012
O “Record” e “A Bola” regressaram esta semana “aos trabalhos” e já preparam a próxima época em bom ritmo…
Quinta-feira, 24 de Maio de 2012
Outra forma de não ganharmos, ou perdermos por poucos
O que questiono são os preços. O defesa direito titular da selecção portuguesa só vale isto?
Assim, posso esperar que o Carriço vá por um milhão? Ou André Santos por meio milhão? O Matias trocamos por senhas de almoço? Pagamos para que levem o Pongole? Deixamos ir o Adrien de borla porque quis muito ganhar um jogo? O Patrício, se calhar, bem marralhado ainda vai chegar aos dez milhões e isto só será possível porque o Roberto do SLB foi vendido por 8.6 milhões...
Provavelmente estou a ser amargo e isto não é mau negócio.
Principalmente se pensarmos que o Varela, que também está na selecção e no campeão nacional, foi de borla. Que o Beto Pimparel, guarda-redes suplente da selecção, também foi por nós graciosamente dispensado, ou que o Hugo Viana não voltou porque o Costinha, esse lince da administração desportiva, se aborreceu com qualquer coisa. Ou o Pepe que nem tempo teve para dar sequer prejuízo pois esteve à experiência no Sporting mas não viram nele grandes qualidades. Já nem me quero lembrar das saídas e respectivos ganhos financeiros (ou outros) do Futre, do Ronaldo ou até, vade retro, do Moutinho. E o Liedson?
Paciência, vendo bem as coisas, o João Pereira até rendeu mais do que a venda do Figo...e o problema é mesmo esse!
PS O Google parece tão amargo quanto eu, para o confirmar basta fazer uma busca de "imagens" com base em "negócio ruinoso" e vejam lá quem é que lá aparece com assustadora frequência.
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
Perder, está bem. Fazer papel de parvo é que não
Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
Estudantes e Leões
Domingo, 20 de Maio de 2012
Quebrar a espinha ao Sporting
Sábado, 19 de Maio de 2012
Proença perdeu
Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
Ainda as "forças ocultas"
Não que fosse preciso, mas isto é a confirmação de que, mais uma vez, também na atribuição deste título de campeão nacional estiveram envolvidas "forças ocultas".
«Vítor Pereira está a caminho do Santuário de Fátima, onde deve chegar amanhã, para agradecer o título de campeão nacional no seu primeiro ano como treinador do FC Porto.»
Terça-feira, 15 de Maio de 2012
Até parece que és bruxo(a)
Mas esta é uma parte da explicação. A outra parte vem nesta notícia.
Fernando Nogueira, conhecido como o Bruxo de Fafe, garantiu ao Record que o Benfica está a ser alvo de forças satânicas.
O especialista de artes transcendentais, de 48 anos (já trabalhou para o V. Guimarães), conta o que viu na casa de alguém também da sua área. “Há cinco domingos, tive um encontro com uma pessoa da área do sobrenatural mas que é especialista apenas no mal. É uma mulher que vive no Alto Minho e cujo nome não posso revelar. Qual não foi o meu espanto quando verifiquei que na casa da mesma existia um alguidar com fotografias dos jogadores e treinador do Benfica com rituais satânicos”, revela. “Essa pessoa trabalha para que o Benfica não seja campeão e para que haja desentendimentos entre os jogadores”, concretiza.
“Se a mulher está a trabalhar sozinha ou não, isso não sei. Não me quis dizer quem é que lhe estava a pagar, só me disse que estava a ser muito bem paga”, acrescentou.
Como se vê, por muito que os espanhóis duvidem, sempre há bruxa(o)s. E são bruxas que recorrem aos métodos mais tradicionais. As TIC ou a Biotecnologia não são para aqui chamadas. Nada substitui ainda um bom alguidar.
Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
Taça de Portugal
Domingo, 13 de Maio de 2012
A esperança é a última a morrer
O Wolfswinkel confirmou-se definitivamente. O primeiro “hat-trick” e vinte e cinco golos marcados. É verdade que contou com o Nuno André Coelho e isso faz toda a diferença. No ano passado não teria sido possível. Tê-lo-ia a jogar como colega de equipa. Agora joga do lado contrário, ou seja, joga do seu lado.
O segundo golo marca toda a diferença em relação à época anterior. O passe do Carrillo muito dificilmente teria sido possível. Não se está a ver quem é que o poderia ter feito. Mas mesmo que o passe tivesse existido, um dos matraquilhos da época passada teria saído pela linha de fundo. Por fim, a presença do Nuno André Coelho permitiu transformar uma jogada sem qualquer perigo em golo.
Pouco mais há a dizer. O árbitro foi lesto a marcar um penalty duvidoso (pelo menos as imagens não permitem vislumbrar qualquer falta). Ninguém no seu juízo perfeito admite que um penalty daqueles seja marcado no Dragão ou na Luz. Só que depois do Lima transformar o penalty, entrou em pânico e desatou a marcar faltas ao Lima, não fosse ele ainda ultrapassar o Cardozo. Este árbitro é um videirinho, mas de parvo é que não tem nada. Também é verdade que o Evaldo funciona como o Nuno André Coelho. Aquele lance só acontece porque ele está lá. Por isso é que o Ínsua é um dos melhores jogadores do Sporting. Não só joga bem como evita que o Evaldo jogue.
Sporting quê?! Só conheço o de Portugal
Sábado, 12 de Maio de 2012
Concretizaram
Quarta-feira, 9 de Maio de 2012
O Futebol Clube do Porto: divagações sobre a exploração da marca
Os clubes percebem esta realidade melhor do que ninguém. O valor da sua marca pode ser explorado em atividades comerciais, para além da pura e simples exploração do espetáculo futebolístico. O “merchandising” é uma delas. Um clube como o Real Madrid ganha mais a vender camisolas do que a vender bilhetes para a bola.
Dito isto, a melhor imagem, o melhor símbolo da vitória do Porto no último fim-de-semana é o Pedro Proença. Não tenha dúvidas que uma camisola com ele venderia seguramente muito mais do que uma com o Hulk. Não sei qual dos dois finaliza melhor, mas o primeiro proporciona mais e melhores jogadas de perigo.
A exploração do “merchandising” pode ajudar até a preparar os adeptos e a opinião pública para o previsível despedimento do treinador. Qual seria a camisola mais vendida? Uma que dissesse “Vitor há só um, o Pereira que nos escolhe os árbitros e mais nenhum” ou outra onde se afirmasse “Vítor há só um, o Pereira que nos escolhe os jogadores e mais nenhum”?
Terça-feira, 8 de Maio de 2012
Sporting dos Pequenitos
Domingo, 6 de Maio de 2012
Uma bela festa
Os dois primeiros amarelos aos jogadores do Sporting foram ridículos. Mas o Pedro Proença tinha mostrado o primeiro a um jogador do Porto e era preciso compensar rapidamente. A ânsia era tanta de agradar que, quando o público reclamou um penalty, atrapalhou-se e deu logo por acabada a primeira parte antes de se concluírem os quarenta e cinco minutos.
No intervalo, a Sportv, querendo participar na festa também, deu umas quatrocentas e quarenta e três vezes a repetição do lance do pretenso penalty. A certa altura fiquei tão zonzo que comecei a pensar que o Onyewu irritado com aquilo tudo ainda acabasse, numa das repetições, por meter a mão à bola, mais que não fosse para que a realização o deixasse em paz.
A festa na segunda parte melhorou e muito. Acabou muito bem. Acabou com o Porto a jogar contra oito (depois da expulsão dos centrais, o Pereirinha lesionou-se). Se nos tivessem dito que a festa era para ser assim, tínhamos feito como o Leiria. Levávamos os jogadores estritamente necessários para que a festa se realizasse. Evitava-se uma série de maçadas ao árbitro e poupava-se nas deslocações.
Gostei da forma esfusiante como o Vítor Pereira, o que se senta no banco, festejou a vitória. Notava-se que estava contente consigo próprio. Era como se dissesse para os seus botões: “se não fossem as minhas substituições o jogo não desatava”.
Sábado, 5 de Maio de 2012
Intermitências no bom senso
Acho que tivemos personalidade, que tentamos jogar à bola enquanto nos deixaram, embora tenhamos sido anjinhos no ataque e falhado muitos passes.
Uma última nota, ainda estou aqui a matutar sobre o que aconteceria à ordem natural do universo, ao alinhamento dos planetas, ao movimento das placas tectónicas e aos planos do árbitro se o Polga tivesse acertado aquela bojarda lá dentro. O mundo nunca mais seria mesmo...e o árbitro teria que trabalhar mais ainda.
Agora resta-nos ganhar ao Braga, por uma questão de brio, mesmo que sem o Polga. Será mais difícil mas não impossível!
SL
Quinta-feira, 3 de Maio de 2012
Lembrete
Quarta-feira, 2 de Maio de 2012
Mesmo não sendo tudo uma questão de números...
Segunda-feira, 30 de Abril de 2012
Ou eu ou o Polga
O jogo foi mauzote. A equipa estava, mais uma vez, a cair aos bocados. Agora, com uma boa razão para isso. Se não fosse a entrada do Martins, ainda amanhã por esta hora andavam o Onyewu e o Polga a trocar a bola lá atrás.
O Sá Pinto tem aguentado. É ansiolítico atrás ansiolítico; mas assim também é demais. Marcar mal uns tantos foras-de-jogo ainda vá que não vá. O que não lembra ao careca é marcar um fora-de-jogo atrás da linha do meio-campo.
Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
Desta vez, não deu
Com a entrada do Carrillo, a equipa equilibrou-se. Passámos a pressionar melhor na frente, tendo os de Bilbao muitas dificuldades em sair com bola. O Sá Pinto estudou bem essa saída, dependente dos três jogadores que ficavam a trocar a bola lá atrás e sem grande frescura dos médios para a virem buscar. Só que havia sempre a possibilidade de jogar mais directo para o Llorente. Esse era o único receio.
Com essas dificuldades, pensei que o jogo ia para prolongamento. Não foi. Uma biqueirada mal cortada pelo Xandão de cabeça. A bola sobra para o avançado do lado esquerdo. Em câmara lenta, senta o João Pereira. Centra, o Xandão não chega a tempo para o corte, e o Polga é demasiado Polga para suster o Llorente ao primeiro poste.
Morremos no fim. Os fins costumam concluir-se assim. Mas também é verdade que é preciso que alguma coisa acabe para que o novo possa nascer. Com o Sá Pinto parece qua algo de novo está a nascer.
Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
O futebol contra a matemática
Do universo dos resultados possíveis da segunda mão, aqueles que permitem que o Sporting passe a eliminatória depois de ganhar dois a um são mais dos que permitiriam o mesmo se tivesse empatado a zero. Mais, todos os resultados que permitissem essa passagem após um empate a zero também o permitem depois da vitória por dois a um. Nem todos os resultados têm a mesma possibilidade de ocorrência. Só que neste caso, as probabilidades de passar a eliminatória são sempre superiores depois de se ganhar dois a um. Não tem nada a ver com o futebol, é simples estatística.
O resto é o jogo. O resultado é sempre aleatório. Quem jogar melhor, isto é, quem marcar mais e sofrer menos golos, ganha a eliminatória. Podemos ter sempre muitas crenças. Eu acredito que se vir o jogo no Flávio na cadeira do costume passamos. O António Tadeia acreditava que se tivéssemos empatado a zero na primeira mão passávamos. Como nos descreve Leonard Mlodinow, um homem, que ganhou a lotaria nacional de Espanha com uma cautela terminada em quarenta e oito, explicou a teoria por trás da sua aposta: tinha sonhado sete dias seguidos com o número sete e que sete vezes sete são quarenta e oito.
Domingo, 22 de Abril de 2012
Nem ao morto interessa saber quem o matou
Ficam, apesar da falta de interesse da partida, umas tantas notas positivas. Sendo o Patrício o melhor guarda-redes do Mundo, confirma-se o Marcelo como o melhor guarda-redes da Europa. O Onyewu está bom e recomenda-se. Se contra o Bilbao, nos últimos minutos, for preciso meter um ponta-de-lança, podemos contar com ele. O Martins, para quem tinha dúvidas, confirma-se como jogador. O Pereirinha só pode jogar a lateral direito. Quando joga mais à frente enerva qualquer um. O Wolfswinkel aprendeu como é que se arranca um penalty. Para quem anda com saudades do Postiga, ficámos a saber que leva, esta época, vinte golos.
O Nacional esteve bem. O seu “tiki-taka” é tão bom quanto o do Barcelona, com a vantagem de não queimarem tanto tempo. Que o diga o Rubio, que teve sempre muita dificuldade em os parar. Depois, como costuma dizer o Freitas Lobo e especialistas assim, acabou a jogar um futebol mais directo; tão directo que as bolas acabavam invariavelmente pela linha de fundo. Paulo Sérgio foi dos treinadores que mais sistematizou este tipo de jogadas. Como todos se lembram, o Djaló foi o jogador que mais “thouchdowns” marcou. Este ano, essa marca pode ser batida pelo Candeias, tal o jeitinho que os médios do Nacional têm a fazer os lançamentos.
Sexta-feira, 20 de Abril de 2012
Arrepiante
Só a velocidade, o querer, a técnica e precisão em conjunto podem permitir que o Ínsua fizesse o cabeceamento que fez para o primeiro golo. A bola está morta, acabara de bater no chão. Está quase na entrada da área. Mas ele queria metê-la lá dentro e sabia que a ia meter lá dentro. O mesmo aconteceu com o Capel, antes de chutar a bola já estava lá dentro na sua cabeça. Só se assim se compreende a força, a espontaneidade e a precisão do remate.
Por momentos, os jogadores passaram para a “twilight zone”. Os passes, sempre em velocidade, saiam com precisão. As fintas eram irrepreensíveis. Se alguém perdia a bola logo outro a recuperava. E se esse não a recuperava aparecia outro e mais outro ainda. Nestes trinta minutos não trocava nenhum daqueles jogadores por qualquer outro no Mundo. Não porque cada um deles, na sua posição, seja o melhor do Mundo, mas porque fizeram a melhor equipa do Mundo.
Sou um cínico por natureza. Cultivo ainda o cinismo como forma de defesa. A equipa do Sporting desarmou o meu cinismo. Naqueles trinta minutos, fez de mim criança outra vez, no Flávio, como sempre, e na cadeira do costume.
Quinta-feira, 19 de Abril de 2012
Delírios!
Estávamos a perder e eu já estava feliz pela jogatana que estávamos a fazer. Que dizer agora?
É tão lindo jogar bem! Quase tão bom como ganhar.
Até já me esqueci da argolada da defesa, dos "pequenos lapsos" do Wolfswinkel (por vezes os colegas rematam quando podiam passar-lhe a bola...depois percebe-se por que razão arriscam, mas ainda tenho fé no moço), do desesperante falhanço do Carrilho, que continua a fazer-me lembrar o Djaló, do mais do que injusto amarelo para o Czar...tudo se varreu. Nem me lembro de ter ouvido os comentadores!
Foi lindo.
E a jogar assim lá...eles é que vão ter que recorrer à poesia basca...
Até me atrevo a dizer que, se nos deixassem jogar a final da Taça de Portugal, estávamos capazes de ganhar o caneco...se nos deixassem... se calhar até o campeonato!
Delírios!
Quarta-feira, 18 de Abril de 2012
A táctica para amanhã
A CASA DE MEU PAI
(Gabriel Aresti, 1963
trad. Fábio Aristimunho)
«Defenderei
a casa de meu pai.
Contra os lobos,
contra a seca,
contra a usura,
contra a justiça,
defenderei
a casa
de meu pai.
Perderei
o gado,
as plantações,
os pinheirais;
perderei
os juros,
as rendas,
os dividendos,
mas defenderei a casa de meu pai.
Me tirarão as armas
e com as mãos defenderei
a casa de meu pai;
me cortarão as mãos
e com os braços defenderei
a casa de meu pai;
me deixarão
sem braços,
sem ombros
e sem peitos,
e com a alma defenderei
a casa de meu pai.
Morrerei,
a minha alma se perderá,
a minha prole se perderá,
mas a casa de meu pai
permanecerá
em pé.»
No original para os puristas:
NIRE AITAREN ETXEA
Nire aitaren etxea
Otsoen kontra,
sikatearen kontra,
lukurreriaren kontra,
justiziaren kontra,
defenditu
eginen dut
nire aitaren etxea.
Galduko ditut
aziendak,
soloak,
pinudiak;
galduko ditut
korrituak,
errentak,
interesak,
baina nire aitaren etxea defendituko dut.
Harmak kenduko dizkidate,
eta eskuarekin defendituko dut
nire aitaren etxea;
eskuak ebakiko dizkidate,
eta besoarekin defendituko dut
nire aitaren etxea;
besorik gabe,
sorbaldik gabe,
bularrik gabe
utziko naute,
eta arimarekin defendituko dut
nire aitaren etxea.
Ni hilen naiz,
nire arima galduko da,
nire askazia galduko da,
baina nire aitaren etxeak
iraunen du
zutik.
Segunda-feira, 16 de Abril de 2012
Trabalho diferente, salário diferente
Sexta-feira, 13 de Abril de 2012
Uns e os outros
E eis que agora o nosso "xerife", pessoa por quem não nutro qualquer espécie de simpatia ou antipatia, antes pelos contrário, é constituído arguido, imagine-se a safadeza, por "denúncia caluniosa qualificada". Parece que uns pagam impunemente para ter a simpatia de árbitros e assistentes, enquanto outros, a ver vamos se menos ou mais impunemente, pagam para se verem livres desses mesmo árbitros.
Não sei onde isto vai acabar, mas quando se espera alguma sensatez ou clareza da justiça, federativa ou não, sai normalmente asneira. Do que tenho a certeza é de que vamos assistir a uma campanha moralizadora dos bons costumes e das leis no futebol. Nesta história o Sporting será o celerado, o delinquente, o facínora, o malfeitor e provavelmente alguém se lembrará, se não se lembrou já, de que não somos dignos de lutar pela Taça de Portugal.
Não sei se o nosso vice, tarimbado numa carreira especializada nestes deslizes, em andar na corda bamba entre o ilegal e o legal, se enredou na sua própria teia, mas se o melhor que tem é uma "denuncia caluniosa qualificada", constituam já arguidos os milhares de sportinguistas que ao longo dos anos tem tentado denunciar a roubalheira...e como nada se provou, todos eles caluniaram. Em relação à arbitragem portuguesa apetece-me dizer que, a modos de fadista, «caluniarei até que a voz me doa». E se querem que pare de caluniar, que como sabemos não exige provas, arranjem provas e prendam os verdadeiros corruptos e corruptores.
Até lá, espero amanhã cantar de galo.






