Anuncia-se que o passivo consolidado do Sporting é maior, muito maior do que o previsto. Não se sabe se é verdade e também não se sabe dimensão desta [suposta] verdade. Com razões ou sem elas, especula-se, sem se ter cuidado com a perda de confiança neste agente económico que é o Sporting. São os chamados “animal spirits” de Keynes.
As auditorias justificam-se por razões prudenciais, sobretudo. Servem para evitar que os disparates aconteçam. Quando são efetuadas por outras razões, tendem a produzir resultados, conclusões ou recomendações enviesadas. Se são feitas para encontrar a culpa e os culpados, a culpa e os culpados aparecem, mesmo que seja à força, pois os auditores também têm os seus preconceitos.
É necessário que os resultados dessa auditoria sejam conhecidos o mais rapidamente possível, sejam eles quais forem. A Direção está a fazer o que deve na gestão do Sporting: procurar desalavancar sem colocar em causa a competitividade da equipa. É que se a desalavancagem for excessiva, até pela desconfiança que possa existir sobre a situação patrimonial e financeira do clube, entra-se na famosa espiral recessiva: existem maiores dificuldades de financiamento, corta-se demasiado nas despesas, perde-se competitividade, comprometem-se as receitas potenciais [ou futuras] e os problemas financeiras ainda se agravam mais.
Em matérias tão sensíveis como estas, o que se dispensa são aprendizes de feiticeiros.
Grave é a noticia do expresso de que a divida do clube são 577M€.
ResponderEliminar200M€ do clube + 300 M€ das empresas do grupo.
Foi criminoso o que as anteriores direcções fizeram ao clube.
Meu caro,
EliminarÉ verdade? É necessário saber isso com urgência. O que não pode acontecer é a especulação. Vira-se contra nós. Mais importante que avaliar a dívida e encontrar responsáveis, se for caso disso, é encontrar soluções. A vingança não nos trás soluções. Alivia mas não resolve.
SL