segunda-feira, 19 de março de 2012

Um não jogo

Um jogo tem regras. Sem regras não é um jogo. Pode ser outra coisa qualquer. Como passa na televisão, pode ser um “reality show”. Agora, jogo não é com certeza. Não sendo um jogo, não tenho nada a dizer sobre ele.

Não vale a pena falar do Bruno Paixão. A culpa não é dele. A culpa é quem permite que continue a arbitrar época atrás de época.

Enfim, a solução passa pela greve dos clubes pequenos e dos árbitros. Essa é que era a boa solução. Não sendo possível, talvez valha a pena pensarmos em fazer greve. Sempre nos podiamos poupar para os jogos que são jogos na Liga Europa.

5 comentários:

  1. E eu, parvo, continuo a contribuir para este futebolzinho. Sou mesmo burro.

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  2. Um tipo já está habituado ao branqueamento de roubalheiras como a que se viu e que começa logo no proprio jogo, normalmente com o comentador de serviço a dar o pontapé de saida. A velha tanga do errar é humano, os jogadores também erram, etc, etc.

    Desta vez, como a coisa foi um bocado descarada, teve que passar ao nivel seguinte:

    "Paulo Paraty
    Pela televisão, é óbvio o toque de Schaars, com a mão, na bola. A posição pode ser discutível, mas não há evidência de que a decisão de Bruno Paixão, suportada no seu assistente, esteja errada."


    Pessoalmente penso que este senhor ganha a vida a ser sodomizado no parque... e não tenho evidências que esteja errado.

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  3. e como recordar é viver...

    http://brunopaixao.blogspot.pt

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